quinta-feira, 17 de agosto de 2017

10 vídeo-clipes estrangeiros filmados no Brasil

Ano passado, o Brasil se virou aos holofotes mundiais por organizar o evento esportivo mais importante do mundo, os Jogos Olímpicos. Por isso muita gente de fora veio para o Rio e a mídia estrangeira esteve atenta para o que aconteceu aqui.

Como estávamos recebendo muitos estrangeiros (hoje algo raro devido à desconfiança surgida após o golpe de 2016, que colocou o Brasil nas mãos de gente nada confiável), decidi mostrar por curiosidade vários vídeos musicais de intérpretes estrangeiros que foram filmados no Brasil. Não foram poucos, mas escolhi 10 para por aqui. Sinal que nosso país é excelente cenário para bons vídeos musicais.

1. U2 - Walk On



2. Friendly Fires - Kiss of Life



3. Natasha Bedingfield - These Words



4. Jimmy Cliff We All are One



5. Mick Jagger - Just Another Night



6. Paul Simon - The Obvious Child



7. John Legend - PDA



8. Gogol Bordello - Trascontinental Hustle



9. Millencolin - True Brew



10. Echo & The Bunnymen - The Game

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Hoje é o dia do Solteiro? Xiii...



Eu nem sabia que hoje era do dia do solteiro*!

Não me parabenizem pela data! Recuso qualquer homenagem neste dia!

Ainda mais vivendo em uma cidade cheinha de mulheres casadas e sem lugar adequado para paquerar.

Presentaço...

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* NOTA: Em tempos de concubinato (casamento sem oficialização), "solteiro" virou eufemismo para "solitário". A maioria acha "solitário" uma palavra deprimente, com sentido pejorativo e sugestões de baixa auto-estima. Bobagem.

Não importa a palavra, ficar sozinho é sempre ruim, pois o homem é uma animal social, feito para viver acompanhado. Culturalmente, nossa sociedade reforça essa vocação do ser humano e trata a vida em casal como sinônimo de felicidade, mesmo que isso não seja verdade.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Curiosidades sobre a banda Oingo Boingo

Nunca fui muito fã da banda Oingo Boingo, embora gostasse bastante de várias de suas músicas. Mas notei que a banda tem uma série de peculiaridades que achei bom colocar aqui como curiosidade. 

Veja a lista de fatos interessantes sobre esta banda norte-americana de new wave:

- A banda surgiu em 1972 como um grupo de teatro. A partir de 1978 se assume como banda música no estilo New Wave.

- O som da banda no início lembrava um Devo menos eletrônico.

- Era contratado da A&M Records. No meio dos anos 80 assinou com a MCA Records. Ambos os selos foram absorvidos pela Interscope Records, do famoso produtor Jimmy Iovine. O que significa que todo o catálogo da banda pertence ao acervo da Interscope.

- Esteve no projeto Urge!: A Music War, de 1980, com apresentações ao vivo dos nomes da New Wave da época, a maioria contratada por selos associados a A&M, que reuniu as apresentações em um álbum duplo. Police, Devo, XTC, Gogo's e Echo & The Bunnymen também cederam gravações para o projeto.

- Falando em XTC, a banda inglesa (e uma de minhas favoritas) inspirou a mudança de sonoridade do Oingo Boingo, além dos grupos de ska contratados pela 2Tone Records. Elfman gostava tanto dessas bandas quanto do XTC.

- A banda criou uma traição de tocar em festas de Halloween, hábito mantido por toda a carreira.

- O Oingo Boingo inspirou bastante a estética e sonoridade da banda brasileira Titãs, nos primórdios, algo nítido nos dois primeiros LPs.

- O gosto do hoje trilheiro Danny Elfman pelo cinema pode ter se iniciado com a composição de Weird Science para a trilha do filme de mesmo nome (no Brasil, Mulher Nota 1000). A música é até hoje o maior sucesso da banda no exterior.

- Entre 1989 e 1992, a banda foi altamente popular no Brasil, principalmente com a música Stay, o maior sucesso da banda no Brasil. Na época só se falava na banda, considerada "do momento". Depois disso, nunca mais se falou ou lançou algo sobre a banda no Brasil.

- Durante a fase de estouro brasileiro, a gravadora que então distribuía no Brasil o acervo da MCA criou uma coletânea exclusiva para o Brasil. O nome? Stay.

- Danny Elfman é o trilheiro favorito do cineasta Tim Burton. Quase todos os filmes do diretor tem a música de fundo composta pelo ex-líder do Oingo Boingo.

- A música que Elfman compõe para o cinema costuma destoar completamente do trabalho no Oingo Boingo, assemelhando mais a música erudita.

- A respeito do Oingo Boingo ter começado fazendo sonoridade parecida com o Devo, o líder deste, Mark Mothersbaugh, também virou trilheiro de sucesso. A diferença é que ele não usa influência da música erudita, sendo mais fiel a sonoridade de sua banda.

- A canção que as siamesas cantam no filme Big Fish, também de Burton, é de autoria de Danny Elfman.

- Na nova versão de A Fantástica Fábrica de Chocolate, Elfman decidiu fazer uma homenagem a si mesmo e fez com que a nova canção cantada pelos Oompa Lumpas (Burton descartou a trilha da primeira versão) se parecesse com a sonoridade consagrada no auge do sucesso do Oingo Boingo.

- Em 2003, Danny Elfman se casou com a atriz Bridget Fonda, filha de Peter e sobrinha de Jane. Estão juntos até hoje.

- A banda Oingo Boingo acabou em 1995 e sua última apresentação foi numa festa de Halloween. Atitude coerente com seu passado.

- A partir deste ano de 2016, uma espécie de banda derivada, com o nome de Dance Party Boingo Oingo iniciará uma turnê, sem Elfman na formação.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Músicas para Lizzy Greene (e nada de teeny pop)


Em outro blogue assocado a este, eu me declarei hoje mesmo para a a atriz Lizzy Greene, oficializando como uma de minhas maiores paixões. Para comemorar, duas músicas que eu poderia ouvir com ela enconstadinha em mim.

Mas alto lá! Não pense que são duas dessas musiquinhas atuais onde fazem arremedo de disco music cantadas com vozes robotizadas por cantores quase pelados rodeados de uma multidão de dançarinos. Ele não é a Jade Pettyjohn  mas aqui vão dois clássicos do rock, que fazem referência involuntária à Lizzy Greene, de uma forma ou de outra.

O primeiro Dawn is a Felling, do Moody Blues, faixa do maravilhoso álbum Days of Future Passed, de 1967, um clássico absoluto que adoro bastante. Um álbum para ouvir todo. Dawn (Madrugada em português) é o nome da personagem de Lizzy no seriado Nicky Ricky, Dicky e Dawn e se traduzirmos o título levando em conta a personagem, diríamos que a bela Dawn é uma emoção!

O segundo é a belíssima The Sun Goes Down (ou Dawn, escolham!), uma música lenta e muito sensível de uma banda de rock pesado: a irlandesa Thin Lizzy. O nome da banda é uma referência ao apelido dado ao modelo de carro da Ford do início do seculo XX, mas também tem o belo nome da atriz (que na vida real é Elizabeth, com nome e trejeitos de rainha). Só que a nossa Lizzy não é nada "Thin" (magra), mostrando bem gostosa em aparições mais recentes.

Como bônus, um charmoso vídeo com a belíssima atriz cantando uma música natalina. E ela canta bem! Um vídeo para apaixonar!





quarta-feira, 7 de junho de 2017

A atriz consagrada por ser Wonder Woman e a atual intérprete são vencedoras em concursos de beleza

Recentemente foi lançado o filme solo da Mulher Maravilha (Wonder Woman). Depois de vários filmes decepcionantes produzidos pela DC, finalmente ouviram os conselhos e enfim soltaram um grande filme de herói da DC e com uma mulher como protagonista. Pelo trailer, não ha como decepcionar tanto pelas cenas de ação como pela beleza de maravilhosa atriz israelense Gal Gadot.

Quem tem mais de 40 anos como eu acompanhou um seriado com a mesma personagem, interpretada pela Lynda Carter, que tem beleza até no nome (e está linda até hoje). As duas se encontraram em evento recente e certamente devem ter lembrado que a Mulher Maravilha não é a única coisa em comum entre as duas.

Acontece que tanto Gal quanto Lynda são campeãs de concursos de beleza. Gal foi Miss Israel em 2004 e Lynda Carter venceu o Miss Mundo em 1972. Nada como saber que a heroína mais valente - e mais linda e gostosa - das HQs foi interpretada por duas misses, campeãs da beleza e do charme femininos.






segunda-feira, 29 de maio de 2017

Há esperanças! Miranda Kerr e Emmy Rossum se casam com homens com perfil antigo de nerd

A cultura nerd acabou e hoje ser nerd se trata mais de uma atitude momentânea (como ser roqueiro hoje em dia) feita por qualquer tipo de pessoa do que o perfil de uma tribo. Mas continuamos admirando os outrora rotulados nerds, hoje pertencentes a uma tribo sem nome, provisoriamente chamada de "loser".

Mas dois dos losers, desafiaram seu novo rótulo e acabaram fechando os corações de duas lindas mulheres, "amarrando o laço" com elas no mesmo final de semana.

A modelo australiana Miranda Kerr (a mais meiga e mais linda das modelos atuais) e a atriz Emmy Rossum (que sempre assumiu preferência por "losers"), casaram neste final de semana com seus respectivos noivos: Kerr com Evan Spegel, um dos fundadores do Snapchat e Rosum com Sam Esmail, idealizador do melhor seriado da atualidade, Mr. Robot.

Nenhum dos dois felizardos faz os perfis atleta, troglodita ou lenhador que costuma atrair mulheres com os níveis de beleza e gostosura de Kerr e Rossum, duas das mais desejadas mulheres da atualidade. Spegel e Esmail parecem meio desajeitados e com aspecto de fracotes, mesmo sendo Esmail um homem alto.

Tudo bem que os caras são profissionais consagrados e ganham bastante dinheiro. Mas elas também são (há suspeitas de que elas ganhem dinheiro mais que eles), não precisando da renda de seus companheiros. Aliás, era normal que homens desajeitados fossem rejeitados, mesmo tendo dinheiro. A maioria das mulheres tem pavor de passar o cotidiano com homens desajeitados e tímidos, mesmo que fosse em troca de joias caras e viagens a lugares distantes.

É uma esperança para caras desajeitados saberem que existem mulheres que topam se casar com desengonçados que em um passado um tanto remoto eram humilhados através do rótulo de "nerds".

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Reféns da mediocridade cultural

Quando a mídia conseguiu empurrar as breguices para jovens, pessoas ricas e pessoas formadas em faculdade, acreditava que estava tirando a breguice das mesmas, além de dar um banho de loja e vender como novidades da "cultura superior". É como se do nada uma coisa deixasse de ser ruim, sem mudar suas características, só porque teve a adesão de gente "gabaritada", em seu apoio. Nada disso.

Os tempos atuais representam a Era dos Sem-noção, onde o discernimento é substituído pela confiança cega em conceitos prontos e pessoas prestigiadas, mesmo que estas estejam erradas em seus pontos de vista. É observada em vários setores da humanidade, principalmente na manutenção de muitos erros e problemas que estamos cansados de ver por aí. E claro, uma época tão imbecil merecia sua trilha sonora igualmente imbecil.

É de se lamentar que muita gente que deveria estar ouvindo musicas mais evoluídas tenham aderido alegremente à cilada da música "de povão", feita antigamente para os prostíbulos mais vagabundos e hoje "elevados" ao posto de "música superior" e "música do século XXI". parece que para a população, seriedade virou uma exclusividade de trabalho, estudo e pagamento. Nos momentos de lazer, a ordem é: "quanto mais idiota melhor". Ser idiota virou sinônimo de ser felicidade e se alguém questionar isso, é punido com estrondosas vaias.

Isso aconteceu com o surgimento dos novos ricos e agora com a "nova classe média", quando as pessoas de nível, para não ficarem sozinhas diante da ralé que invadia os seus redutos, resolveu, ao invés de educá-los, aceitar suas aberrações culturais como "evolução" e difundir isso para todos os cantos, mediocrizando a sociedade como um todo.

E justamente com essa adesão de gente "de nível" à mediocridade cultural (dando a ilusão que a adesão de gente "evoluída" embute "qualidade" e "sofisticação" a tudo que é ruim), acaba tornando esta medida um problema crônico que só estraga a cultura e a mentalidade dos brasileiros, fazendo muita gente boa fazer papel de otário, cometendo gafes imperceptíveis. Até porque gafes cometidas por multidões não são consideradas gafes.

Infelizmente  a sociedade caminha desta maneira, empobrecendo a cultura e adiando a evolução intelectual da população, cada vez mais presa na eterna infância, acreditando em falsos heróis e achando que paliativos são a solução definitiva dos problemas que, justamente por essa mentalidade, continuam se arrastando e arrastando tranquilamente, sem previsão de quando serão resolvidos.

Enquanto não amadurecermos, continuaremos reféns de toda essa mediocridade cultural que age como um câncer, destruindo um a um todos os nossos valores culturais, morais e principalmente, os intelectuais.

sábado, 22 de abril de 2017

Imperfeição garante perfeição de Peton Roi List

Todos sabemos que as pessoas não são simetricamente perfeitas nos rostos. Todos os rostos tem diferenças entre o lado esquerdo e o direito. Não me pergunte o porque disso porque não sei. Só se sabe que uns rostos são um pouco mais simétricos, com diferenças pouco notáveis e outros tem muita diferença (algumas aberrantes e até monstruosas).

Mas uma atriz tem uma assimetria facial perceptível, mas que não consegue estragar a beleza dela. Pelo contrário: a assimetria realçou a beleza dela. É o caso da belíssima Peyton Roi List, uma das mulheres mais desejadas da atualidade e uma de minhas maiores paixões.

Se prestar atenção, os lados esquerdo e direito são consideravelmente diferentes, mesmo não tendo grande contraste. Mas esta assimetria é o que faz com que a querida Peypey seja uma das mulheres mais lindas do mundo e pasmem: um dos rostos mais perfeitos da humanidade. Uma imperfeição que garante a perfeição facial? Duvida? Veja as duas fotos abaixo:


As duas fotos foram editadas por mim usando a foto do início da postagem como base. A primeira foto foi construída com dois lados direitos, um deles invertido e a segunda com os dois lados esquerdos.

A foto editada com os lados direitos mostra uma beleza comum, admirável mas não empolgante. É fácil achar rostos parecidos por aí. A editada com dois lados esquerdos parece inchado, largo demais e também não muito empolgante. 

Isso mostra que a natureza pode escrever certo por linhas tortas, apelando para uma imperfeição para criar o rosto perfeito. A assimetria, por incrível que pareça, é o que garantiu a perfeição do rosto de Peyton Roi, hoje uma das mais admiradas mulheres da face da Terra.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Revelado o maior segredo de Maisie Williams


A atriz Maisie Williams, conhecida como Arya Star do seriado Games of Thrones, sempre foi marcada pelos belos olhões azuis e pelo jeitinho meigo e charmoso que acabou por conquistar muitos fãs. Anos atrás, no lançamento de seu canal oficial no YouTube, ela falou sobre algumas curiosidades da vida pessoal e revelou que estava namorando um colega de escola dos tempos de adolescência. 

Para preservar a intimidade do relacionamento, já que o moço não é famoso, Maisie nunca apareceu junto a ele e nenhuma informação foi dada a respeito de quem seria o felizardo. Mas o Reddit oficial dela, em que a própria participa das postagens (algo raro em Reddits, que não costumam contar com a participação das celebridades homenageadas), acabou com o mistério.

Esta foto foi publicada no tal Reddit avisando que este cara de óculos escuro e aspecto de galã é o felizardo que flechou o coração da garota mais charmosa da atualidade. Ainda estamos sem mais informações, mas considerando que a própria Maisie faz parte dos administradores de seu próprio Reddit, a foto tem fundo de verdade. Este parece ser sim, o namorado de Maisie Williams.

Os comentários abaixo da tal foto, no Reddit, mostram fãs em clima de luto, chorando sem acreditar que isto é verdade. Nós aqui, apesar da amarmos Maisie, desejamos felicidades ao casal. Maisie é linda, é charmosa e é única. Mas cedo ou tarde, alguém iria ter a felicidade de ter essa gracinha caída nos seus braços. Nos conformemos.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Não é errado gostar de algo considerado ruim. Errado é achar que isso vai evoluir a cultura

Anos atrás, eu tive a oportunidade de assistir a comédia juvenil Fired Up (e legendado, graças a teclas de legenda e de voz disponíveis pela operadora de TV). Gostei do filme, assim como a maior parte de comédias juvenis. Muita gente detesta, mas eu gosto de comédias juvenis. A descontração presente nelas e as situações mostradas geram uma certa identificação com meu jeito jovial.

Mas alto lá! O fato de eu gostar dessas comédias não significa que eu discorde com boa parte da critica negativa feita a filmes desse tipo. O fato de eu ter gostado não significa que eu considere uma "obra de qualidade". Comédias juvenis são entretenimento puro, assim como muitos filmes elogiados que muita gente pensa ser "de arte", mas para quem tem o discernimento e o conhecimento do processo de produção dos filmes, não passa de pura diversão.

O problema não é gostar de filmes desse tipo, assim como não é problema gostar de música ruim. Você até pode "descer até o chão" ao som do mais rasteiro "funk" proibidão, desde que pare de inventar que isso é uma evolução cultural. As pessoas confundem gosto pessoal com valor cultural e é nessa confusão que surgem os atritos e os mal entendimentos.

O próprio sentido original de "cultura" desapareceu há muito tempo. Hoje, "cultura", para a maioria das pessoas significa uma diversão mais "elaborada". Uma diversão que "educa", se é que se pode entender desta forma. O sentido de cultura como gerador de conhecimento já não existe mais, embora ainda permaneça no discurso de defesa de algumas pessoas. Mas como gerar conhecimento sem conhecimento?

Divertir faz parte do instinto humano. É sadio divertir. E é algo pessoal, você pode se divertir da maneira que quiser. Cultura não. Cultura exige sabedoria, exige uma qualificação maior, além da obrigação de gerar aprendizado e produzir algo que possa desenvolver o intelecto da sociedade. Essa é a principal diferença entre cultura e diversão, palavras hoje tão comumente confundidas.

Não tenho medo de dizer que gostei de Fired Up. Gostei mesmo e me diverti vendo situações cômicas de dois nerds metidos a atletas que resolvem desistir de tudo para passar alguns dias numa escola de cheerleaders cheia das mais lindas gatas. O filme também teve a presença de algumas atrizes conhecidas que admiro, em destaque para a lindíssima Margo Harshman, que interpretou a auxiliar de Sheldon (Jim Parsons) em um episódio de Big Bang Theory, essa sim, uma obra de qualidade comprovada.

Mas eu tenho a consciência de que essa e outras comédias juvenis não passam de pura diversão, algo para não se levar a sério e muito menos ficar na história. Se eu já não levo a sério as fantasias bem boladas de um diretor caprichado mas mercenário, Steven Spielberg, imagine comédias juvenis sem pretensões.

As pessoas deveriam aprender de uma vez por todas a separar diversão de cultura, continuando a curtir suas bobagens numa boa, mas sem levar a sério. Muitas polêmicas poderiam ser evitadas se as coisas fossem colocadas em seus devidos lugares.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Como forjar um sucesso de um populacho no exterior

O povo brasileiro não gosta de pesquisar. Aceita as coisas automaticamente sem verificar e as toma como verdades absolutas, se irritando quando é contestado. E a mídia sabe muito bem disso, já que é ela que estimula a permanência desse comportamento.

Desde os anos 90 temos sofrido uma vertiginosa queda de qualidade em nossa cultura, mais nitidamente na música. Mas para que uma música ruim, mal feita, de um produto sem compromisso cultural, tenha uma aceitação inquestionável, é necessário agregar a ele aspectos que possam lhe dar uma imagem de "cultural" e "eterno", fazendo o parecer muito melhor do que realmente é.

Nos últimos anos, os empresários do entretenimento encontraram uma nova forma de aumentar a aceitação de intérpretes de qualidade duvidosa: forjar um sucesso internacional. Mesmo que de fato o tal intérprete não faça sucesso em outros países, isso não importa, pois os fãs brasileiros da celebridade a forjar o seu sucesso internacional não vão checar se o sucesso é real ou não, confiando cegamente no que a mídia local, que fala o idioma dos fãs de tal intérprete, mostra em seus factóides.

Não é muito difícil forjar um sucesso internacional para um intérprete sem qualidade musical. Basta ter muito dinheiro e disposição para viajar. Vejam como se faz.

- Difundir na mídia brasileira que o tal intérprete está "estourado" pelo mundo.
- Para dar uma veracidade, o empresário do entretenimento deve pagar algumas biroscas e casas pequenas no exterior para que o intérprete se apresente. Ele se apresenta, não como pop star, mas como um cantorzinho de churrascaria a tocar em qualquer barzinho de bairro.
- Tirar fotos e fazer vídeos do mesmo intérprete em lugares conhecidos do exterior, como por exemplo, a Torre Eiffel, como uma prova de que ele esteve realmente em tal lugar.
- Quando um artista estrangeiro vier tocar no Brasil, ensinar a ele a música do tal intérprete para que cante no show, sob o argumento de que cantando esta música, vai angariar mais simpatia dos brasileiros. Isso é que deve ter acontecido com o maestro de brega-erudito André Rieu quando tocou Ai se eu te pego, do arroz-de-festa Michel Teló, exemplo mais bem sucedido desta farsa do "estouro mundial".
- Ensinar a canção também a cidadãos estrangeiros, em reportagens no exterior.
- Pagar rádios estrangeiras (jabá) para tocar o tal intérprete.

Convém lembrar que mesmo que o sucesso passe a ser real, o intérprete populacho é visto em países mais desenvolvidos como se fosse uma piada, um mero intérprete de dance music, um modismo que vai sumir anos depois. Sociedades mais bem educadas não aceitam como cultura séria qualquer coisa que lhes apresente como tal. Mesmo sem entender o idioma, são capazes de perceber a diferença entre um artista de verdade e um produto "cultural".

Mas o que realmente faz com que tudo dê certo é o total desinteresse dos brasileiros em verificar se as informações recebidas são verdadeiras ou não, aceitando cegamente sem questionar, tal e qual fazem com os absurdos das religiões. Depois as pessoas se irritam quando alguém diz que brasileiro é um povo que gosta de ser enganado. Se não gostou de ouvir isso, então porque continua a ser enganado, hein?

sexta-feira, 10 de março de 2017

Gêmeas, literalmente falando

Para esta postagem, temos um curioso e raro caso de sósias que fazem aniversário juntas, justamente hoje, no dia 10/03. Uma cantora e uma atriz (que também é cantora) que se parecem bastante, fazem aniversário juntas: Emily Osment e Carrie Underwood. 

O que é interessante é que a Emily sabe disso e se manifestou em seu Twitter oficial sobre o assunto. Resta-nos dar parabéns ás duas lindas e talentosas jovens.


quinta-feira, 9 de março de 2017

Riverdale não é a live-action da série dos Archies. Veja diferenças!

Quando foi anunciada a produção de Riverdale, série que estreou há poucas semanas no Brasil (Canal Warner), os fãs dos Archies ficaram animados. Finalmente foi criada uma live-action passada nos dias de hoje do seriado da turma do ruivo atrapalhado. Quem assistiu a versão animada da extinta produtora Filmation (a mesma do He-Man), se animou ainda mais.

Mas finalmente chegou e a decepção veio. Para quem viu, a impressão é que fizeram uma reconstituição de Twin Peaks, do diretor maluquete David Lynch (que gosto bastante), colocando apenas os personagens do Archies e a famosa escola do título, a Riverdale High School na trama. Fiz uma lista com algumas das diferenças entre Riverdale e o desenho dos Archies (que eu assistia na infância, mais do que ia nos quadrinhos), este baseado nos personagens originais.

Atualizar a trama não seria nenhum problema. Mas acontece que a transferência da trama para os dias de hoje não foi a única alteração. Os caras mudaram quase tudo, criando na verdade uma outra série diferente com os mesmos personagens do desenho original.

Selecionei 10 diferenças entre os quadrinhos dos Archies e Riverdale, a título de comparação.

1. Riverdale não é uma comédia, é drama


Para quem estava esperando dar risadas com Riverdale, é bom tirar o cavalinho da chuva. Embora muita coisa dos Archies esteja lá, o gênero predominante é drama adolescente e já começa com um clima soturno, graças a notícia da morte de um personagem, Jason Blossom, secundário na versão original. Note o visual soturno das fotos em que aparece o nome da escola, o oposto ao clima alegre e colorido da versão em quadrinhos.


2. Jughead não é feio como no original: tem cara de galã


Talvez o personagem que mais sofreu alteração no seriado. originalmente feio, com um nariz marcante, uma camiseta com um "S" escrito e com um estranho chapéu, o Jughead de Riverdale não tem nada disso (pelo menos nas imagens divulgadas até agora), é galã (interpretado por Cole Sprouse, um dos "gêmeos ao bordo" da Disney, e se torna o narrador do seriado. Não fui informado  o fato de ser guloso, apesar de magro, foram mantidos em Riverdale. Mas o fato dele ter sido o melhor amigo de Archie Andrews foi, apesar de ameaçado por alguns desentendimentos entre os personagens.


3. Josie e as Gatinhas são todas negras


Antes que acusem esta observação de ser racista, a intenção na verdade é criar uma referência às personagens originais. Teria muito mais graça se as características físicas das personagens originais fossem mantidas, mesmo que superficialmente. No original, Josie é ruiva, Melody loira e apenas Valerie é negra, todas lindas como gatinhas.

Além disso, parece que a sonoridade da banda mudou bastante. A banda que originalmente fazia um rock alegre, mudou para uma banda de soul-pop aos moldes da Destiny's Child com a diferença que Josie e suas parceiras tocam instrumento (o que não acontece com o grupo que lançou Beyoncé, formado por cantoras-dançarinas).

Mudar aparência, sobretudo raça e sexo de personagens tem sido muito comum nas adaptações de hoje, mas nem sempre funciona bem, descaracterizando muito os personagens.


4. Jason Blosson está morto


Personagem ausente na turma original - e no citado desenho - e de pouca importância, embora aparecesse bastante nas estórias desde os anos 80, quando a série de quadrinhos recebeu novos personagens, Jason, irmão gêmeo da garota metida Cheryl, é morto sob circunstâncias misteriosas no novo Riverdale. Sua estranha morte será a principal base para muitas tramas na série.


5. Reggie Mantle é japa


Outra mudança de etnia além de Josie e Melody. Para fazer Riverdale, os produtores decidiram chamar um ator mestiço nascido em Singapura, Ross Butler, para o papel do rival de Archie, o brincalhão Reggie, que no original gostava de pegar os outros através de pegadinhas. Também não fui informado se esta característica será mantida e notei que falam pouco sobre a presença do personagem em Riverdale. Mas aguardemos o andar da carruagem.


6. O pai de Archie não é barrigudo nem careca


Para fazer o pai de visual bonachão do Archie, foi chamado um velho conhecido dos dramas juvenis: Luke Perry III, o famoso "Dylan" de 90210. Hoje cinquentão, embora conservado para a idade, Perry empresta a sua aparência a um personagem originalmente careca e barrigudo. E pelo que parece, há algumas alterações também na personalidade, o que sugere que o nome e o fato de ser o pai de Archie deve ser a única coisa em comum com a versão do personagem nos quadrinhos.


7. A professora Ms. Grundy é jovem e bonita


Retratada no original como uma velha feia nos quadrinhos, no seriado a professora Geraldine Grundy é linda e jovem e chega a se envolver com Archie, sendo a terceira paixão do ruivo namorador. Obviamente o relacionamento é retratado de forma tensa, até porque na trama, Archie é mai novo que a professora, o que estimula alguma polêmica.


8. Archie não tem sardas e não é tão extrovertido


Na nova versão, o personagem principal parece um daqueles galãs misteriosos que despertam a curiosidade das meninas do que o fanfarrão festeiro que chama toda a turma para festejar, como era nos quadrinhos. Ah, ele não tem sardas (assim como o do desenho feito pela Filmation também não tinha), o que pode ser lamentável para as garotas que adoram homens com sardas.


9. Verônica é uma boa garota e é latina


A personagem Verônica, que é meio maliciosa na versão dos quadrinhos, é uma pessoa de boa índole, sendo inclusive amiga de Betty, sua rival na versão desenhada. Além disso, a personagem agora tem uma origem latina, o que justifica o fato de ser interpretada por uma quase brasileira, a novata Camila Mendes, uma das mulheres mais lindas reveladas em 2017.


10. Cheryl Blossom tem mais destaque


A personagem Cheryl, que teve passagem relâmpago nos quadrinhos, tem maior destaque na nova versão, até porque é em torno da morte de seu irmão que a trama será concentrada. A personagem inclusiva, pode  servir para explicar algumas coisas que poderão acontecer no seriado.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Zimbio, ao falar da gafe no Oscar, involuntariamente se lembra de atriz brasileira em papel marcante

Zimbio, site estadunidense de celebridades e notícias do show-business, fez uma postagem mostrando os memes mais engraçados sobre o Oscar. os estrangeiros acharam graça, mas os brasileiros, acharam ainda mais graça, por causa de um detalhe que somente quem assistiu ou ouviu falar da novela Senhora do Destino conhece muito bem.

Um dos memes postados mostra a personagem Nazaré Tedesco, com cara de preocupada, diante de equações matemáticas, representando como foi a expressão do ator Warren Beatty, que anunciou a categoria de melhor filme lendo o envelope que anunciava o de melhor atriz (merecidamente ganho pela talentosa beldade Emma Stone).

A equipe do Zimbio nem sabia que estava indiretamente prestando uma homenagem a uma atriz que, se é desconhecida deles, é bem famosa por aqui e justamente marcada por excelente atuação como a segunda vilã mais marcante das novelas brasileiras. Por sua interpretação como Nazaré Tedesco, Renata Sorrah teria merecido um Oscar.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A capa deste disco não lembra alguma coisa?

Será que só eu percebi que a capa do álbum Ralf und Florian do Kraftwerk, os caras da banda aparecem assemelhados a Leonard (Johnny Galecki) e Sheldon (Jim Parsons)? Vejam só: