quinta-feira, 12 de julho de 2018

Evidências da maioria masculina que os brasileiros insistem em negar

O machismo, somado ao capitalismo, ambos bem fortes em nosso país, fazem as pessoas acreditarem que a nossa sociedade é composta por uma maioria feminina. Claro, para o sistema é interessante que a quantidade de "produtos" seja imensamente maior que a demanda de "consumidores".

Mas o que se vê na prática é a confirmação literal de que vivemos num país varonil: a maioria da população é masculina. O mito da maioria feminina, apesar de confortável a todos, machistas e feministas, é falso.

Algumas evidências, incluindo o comportamento que as mulheres assumem durante as paqueras indicam justamente isso. Uma tranquilidade por parte das mulheres, que apesar de posarem de coitadinhas carentes - é uma tática feminina para angariar simpatias e consequentemente favores: as mulheres costumam vencer na vida desta forma - , sabem muito bem que não vão conseguir permanecer sozinhas por muito tempo, tendo a garantia de um relacionamento. Afinal, além delas não terem que tomar iniciativa, não precisam oferecer além da simpatia, da beleza - e agora, da inteligência e bom gosto - para arrumarem homens. Estes é que tem que satisfazer uma penca de exigências, sobretudo financeiras, se quiserem desencalhar.

Vale lembrar que meu irmão teve uma conversa com um recenseador do último Censo, que confirmou que no mínimo 100.000 homens não são contados no Brasil. Eu trabalhei no IBGE como supervisor e sei como funciona a coisa.

Vou listar alguns fatos que provam que o nosso país é de maioria masculina, além de claro da presença maioral dos homens nas ruas nos finais de semana (Censo não funciona domingo? Deveria funcionar, para parar de fingir que homens não existem). Se fosse de maioria feminina, estas coisas não aconteceriam.

A maior parte das mulheres entre 17 e 45 anos estão comprometidas - Não tem como fugir. Nesta faixa etária, a maior parte das mulheres está comprometida, com muitas casadas. Quanto mais os anos passam fica difícil achar uma sozinha, disponível. É o que dizem: a partir dos 30, não se escolhe amor, fica com quem sobre. Essa é a regra, o que garante mais relacionamentos infelizes ao lado de quem no se gosta.

Mulher não toma iniciativa em qualquer lugar, somente nos lugares "feitos para paqueras" -  Nota-se que nas ruas ou em lugares mais comuns, como ônibus, praças, bibliotecas, as mulheres não conseguem sequer dar um sorrisinho. Preferem dar mole em lugares onde tenha muita bebedeira, barulho e futilidade. Segundo argumentos, é por uma questão de confiança (?!). Só que aparece uma pergunta que não quer calar: um bêbado é mais confiável para namorar do que um cara que esteja lendo um livro em uma biblioteca? Nem Buñuel teria condições de responder essa.

A extensa lista de exigências na hora de escolher um namorado/marido - Pelo perfil dos caras que se dão bem com a mulherada, nota-se que nos aspectos relacionados a sustento e proteção, o nível de exigência é bem alto. Isso se dá com relação a aspectos relacionados com a função provedor/protetor, pois com os outros aspectos, acontece justamente o contrário, havendo uma dispensa quase total com as exigência, sobretudo no caráter, no bom gosto e na inteligência, além da tradicionalmente desejável, mas dispensável beleza facial. Se houvesse falta de homens, as mulheres relaxariam mais nas exigências de proteção e sustento, não se importando a ocupação profissional dos seus pretendentes.

Só esses fatores já são suficientes para provar que o Brasil é realmente um país varonil. Varonil de "macho", com um excesso de homens.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Italo Disco Progressivo?

Apesar de reconhecer que é comercial, de valor artístico e cultural nulo e de ser formado em sua maioria por armações pra lá de vagabundas, com direito a coreografias e roupas quase ridículas, eu gosto de ouvir Italo Disco (embora não goste muito de sua versão anos 90, o Eurodance), uma espécie de disco music eletrônica feita na Itália. Curioso que um dos maiores músicos que misturavam música eletrônica com discotheque,  o multi-tecladista e produtor estadunidense Giorgio Moroder, tinha ascendência - e cara - de italiano.

Gosto pelos arranjos tecnológicos peculiares e por ser altamente melódico. Uma prova de que gosto e valorização cultural nunca devem ser confundidas, do contrário que acontece com a maioria das pessoas.

Procurando por alguma música que lembre os tempos de minha adolescência, me deparei com essa pérola. A música é um sampler* de Another Brick in The Wall - Part 2, do Pink Floyd com a base de Mammagamma (trocadilho com Ummagumma?) de Alan Parsons, engenheiro de som que trabalhou com o Pink Floyd. Não por acaso a música s chama Amama, reforçando o trocadilho. O intérprete atende por Pink Project e era liderado por Stephano Pulga, um dos nomes mais famosos da Italo Disco. Só que o Pink Project mistura o duvidoso gênero com o rock progressivo, numa mistura que parece meio estranha.

Mas no caso dessa música, a mistura não aconteceu, já que apenas uma reconstituição das partes das originais aparecem, sem a presença de outros elementos musicais.

Nesse vídeo os integrantes da banda aparecem sob capuzes de eremitas (parecidos nos que são vistos nos festejos de "Boa Morte") e as crianças dublam as vozes originais, numa referência clara ao coro de Another Brick in the Wall Part 2. O vídeo é de um programa de TV italiano.

Pelo menos misturar Alan Parsons com Pink Floyd ficou legal. Uma mistura homogênea, já que depois de trabalhar como engenheiro de som para o Pink Floyd, Parsons levou toda a lição aprendida e usou as influências, evidentemente percebidas, do grupo para o seu Alan Parsons Project.

Ah, sou fã do Alan Parsons e do Pink Floyd. Curtam o estranho vídeo.


-------------------------------------------------------------
* NOTA: Não confundam "sampler" com "plágio", confusão muito comum feita pela mídia em geral. "sampler" utiliza a gravação original e a reproduz, em outro contexto ou como integrante de outra gravação. "Plágio" é quando algo é tocado novamente, com outro instrumento, sem utilizar a gravação original.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Como se dá o processo de alienação

Para surpresa dos antigos futuristas, hoje vivemos numa era de decadência intelectual da humanidade. Ser burro (sem assumir o rótulo) virou moda e entender tudo errado é uma regra que não para de gerar danos a tudo que está ao nosso redor.

A alienação, processo que dá origem ao emburrecimento, tem o seu nome vindo do Latim e que significa "dar ao outro o direito de pensar por nós". Ou seja, ser alienado é aceitar o pensamento de outro, quando na verdade nós é que deveríamos estar pensando.

Esta postagem irá mostrar como ocorre o processo de alienação e como uma ideia alienada se fixa na sociedade como regra ou crendice. Pois infelizmente, muitas ideias surgidas da alienação se consagram, graças a falta de discernimento que se alastra como uma epidemia, graças a submissão da população às regras sociais e as imposições midiáticas e religiosas.

Começa geralmente com o lançamento de uma ideia, mesmo errada, lançada e/ou difundida por uma pessoa ou instituição prestigiada. O prestígio de quem difunde dá a ilusão de "correta" a essa ideia, que por isso é facilmente aceita pala maioria. E como o que é defendido pela maioria também dá a ilusão de "correto", a tal ideia se alastra cada vez mais.

Alastrada, a ideia é automaticamente incorporada pelas regras sociais, que decidem se ela será duradoura ou não. Há ideias que duram por muito tempo, chamadas de "tradições" e há as que desaparecem quando não são mais necessárias, chamadas "modismos". Os costumes e a aceitação popular é que decidem o que deve ficar e o que deve permanecer.

As que permanecem, em muitos casos se tornam objeto de fanatismo coletivo enquanto os modismos normalmente atingem grupos delimitados. Modismos podem até contagiar grandes populações, mas isso é mais comum em "tradições".

A mídia exerce uma poderosa capacidade de regulamentação social. As tradições tem que ser sempre difundidas pelos meios de comunicação, para que a população possa perceber a sua existência e trabalhá-la para manter a "chama acesa".

Consagrada uma ideia, mesmo que ela esteja errada - se for defendida por mídia, por maiorias e por gente ou instituições prestigiadas, ela sempre parecerá correta aos olhos de quem não contesta - ela vira regra e defendida com unhas e dentes pelos que acreditam nela.

Convém lembrar que para uma ideia ser considerada alienada, ela terá que ser absurda ou fútil, gerada com o não uso ou o mau uso do discernimento e do bom senso.

Desta forma que muita coisa errada em nossa sociedade ainda existe e é defendida por multidões de alienados, que ainda mantém o cacoete de aposentar o cérebro nos momentos em que se encontram livres para raciocinar.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Programa promete aumentar fotos pequenas mantendo qualidade de resolução

 

Essa, para mim é uma grande revolução na informática. Sobretudo para os internautas, que gostam de salvar fotos e se chateiam com a mania que sites brasileiros têm de postar fotos pequenas.

Um novo programa, o compressed sensing, já consegue fazer o que os editores de imagens não conseguem: ampliar uma foto pequena, mantendo suas características originais.

Quem tem experiência em informática sabe que até então era impossível fazer isso. Toda foto ampliada ia perdendo sua resolução, se tornando, com isso cada vez mais embaçada, perdendo nitidez.

compressed sensing veio para facilitar a vida de muitos que procuram fotos raras na internet e só encontram pequenas. A maioria das pessoas não sabe que dá para manter o tamanho de visualização da foto, reduzindo o tamanho de um arquivo, utilizando o MS Paint. Aí preferem reduzir o tamanho das fotos para postar na internet. Isso é muito comum em sites brasileiros, sobretudo de atores e atrizes. É muito difícil e raro encontrar fotos de atrizes brasileiras em alta resolução. Isso é ruim para fãs.

Tomara que ele seja posto à venda ou colocado como comando de novas versões de editores de texto. Quem trabalha com fotografias vai adorar ver suas fotos em ótima qualidade de nitidez.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Música de John Denver que New Order plageou tem referência macabra para o compositor

John Denver, cantor de folk romântico dos anos 70 adorava aviões. Ele resolveu compor e gravar uma música chamada Leaving on a Jet Plane (Viajando de avião). Era hábito dele dar voltar pela redondeza em seu avião particular.

Valer lembrar que não gosto da música de Denver, que me soa meio piegas em excesso, além de bastante monótona. A chorosa Perharps Love, gravada por vários tenores, é de autoria de Denver. Além da enfadonha Sunshine on My Shoulders, praga frequente em cursinhos de inglês no final dos anos 70.

No final da década de 80, uma de minhas bandas favoritas, New Order, gravou em seu excelente álbum Technique (que tenho em minha discoteca), uma música chamada Run  2(Fuga 2).

Na década de 90, Denver entendeu que Run 2 era parecida com a sua música e resolveu processar o grupo, de olho em alguns trocados. Conheço Run 2 e ouvi a de Denver e a semelhança não é tanta assim. O que pode servir de sinal sobre a hipótese de lucro fácil com a acusação.

A saída encontrada pelo New Order foi colocar o nome do trovador romântico como parceiro no crédito de autoria. Os discos do New Order tiveram que ser relançados com o nome de Denver nos créditos de Run 2.

Mas olhem que incrível. Poucos anos depois do processo, Denver faleceria. De quê? De acidente aéreo. Foi um verdadeiro "Run on a Jet Plane". Macabro, não?

Coincidências existem? Não sei.

As duas estão aqui abaixo. Tirem as suas conclusões:

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Porque Clark Kent conseguia ser "diferente" do Super Homem?

Uma questão que intrigava a todos: porque as pessoas nunca percebiam a semelhança entre o jornalista Clark Kent e o Super Homem, se a diferença era apenas um óculos e um ajuste no penteado? 

Este quadrinho abaixo, publicado em 1985, resolve a questão, provando que o tal óculos é na verdade um hipnotizador que faz com que Kent seja visto distorcido, como um velho mais magro. 

Não sei se existe uma explicação real para isso ou se isso é possível. Mas mesmo na fantasia, apareceu uma explicação convincente para este estranho fato, clássico no mundo dos quadrinhos.




quinta-feira, 31 de maio de 2018

Soteropolitanas são as mais exigentes na hora de escolher pretendentes. Isso é ruim? Só para os babacas!

Uma pesquisa feita há poucos anos por um portal de redes sociais chegou a conclusão de que as mulheres que vivem em Salvador são as mais exigentes na hora de escolherem seus namorados. 

As cariocas, na contramão, são as mais acessíveis, o que justifica o grande número de comprometidas na Região Metropolitana do Rio. Lembrando que Niterói é a cidade que mais tem mulheres lindas por metro quadrado de todo o planeta, segundo uma outra pesquisa, feita por um jornal britânico, embora haja poucas solteiras na cidade.

E o fato das soteropolitanas serem tão difíceis - contrariando o famoso mito difundido pelas obras literárias e musicais, sobretudo as de Jorge Amado e Dorival Caymmi), pode ser um sinal ruim para os homens com maior dificuldade de conquista. Por incrível que pareça, não. Somente os babacas, de vida fútil e homens sem diferencial de personalidade, como existem por aí, não vão gostar nada de saber que soteropolitanas são exigentes. Os nerds solitários, pelo contrário, enxergam uma ótima notícia.

Soteropolitanas não se sentem mais atraídas por estereótipos de masculinidade

A pesquisa não dá detalhes, mas há uma hipótese de que as mulheres de Salvador estejam agindo para contestar o mito atribuído a elas. Outra hipótese é que Salvador, cansado de ser a capital brasileira da alienação, mito construído com anos de monopólio da axé-music, esteja estimulando os habitantes da cidade a reverem seus valores e partir para a intelectualização. Vejo sinais práticos disso em comunidades baianas no Facebook. Os baianos querem crescer como seres humanos.

Pode ser que as soteropolitanas estejam querendo homens que pudessem ultrapassar o estereótipo provedor/protetor. Baianas costumam ser mais carinhosas que qualquer outra mulher no país e é sensato que este carinho seja retribuído à altura, por homens com personalidade marcante, boas intenções de relacionamento e bom nível de intelectualidade e de sensibilidade.

Provedor bebum que adora futebol é tudo que as cariocas querem

As cariocas, que na pesquisa são tidas como mais acessíveis, não costumam ser exigentes na escolha de seus homens. É comum ver cariocas casadas com verdadeiros idiotas. Isso se aplica em toda a Região metropolitana do Rio de Janeiro, incluindo a elitista Niterói. Elite também sabe ser grotesca quando aparece a oportunidade. 

Há uma piada que diz que homem ideal, para uma carioca é aquele que tem três "qualidades":  que tenha um emprego estável, que tome cerveja e goste de futebol. Detalhe: mesmo que goste mais de futebol do que dela. Ah! As cariocas são famosas por serem infiéis, o que joga mais lenha na fogueira da inexibilidade das cariocas. Quem é infiel não faz questão de perfeição.  Se o babaca do marido não presta, é só pular o muro e pagar outro babaca para uma curtição momentânea.

Para piorar a fama das cariocas, elas são racistas e elitistas. E a fartura de homens brancos bem resolvidos na vida - mas de personalidade bocó - tem feito com que as cariocas aprendessem a não exigir nada mais do que isso, já que encontram uma grande demanda de homens portadores das características mínimas - e banais - que elas querem. Até porque de homem babaca, o Rio de Janeiro está cheio. O que prejudica os não-babacas, que se atrapalham diante de tanta concorrência.

Soteropolitanas mais evoluídas nos critérios de escolha de homens

Quando eu morava em Salvador, eu era muito mais paquerado do que sou no Rio. Não apenas na quantidade de vezes como na qualidade. As soteropolitanas - e as baianas em geral - paqueram de maneira mais carinhosa e empolgada, enquanto as cariocas são meio desconfiadas, paquerando de maneira fria, sem sorrir ou olhar para trás. Cariocas só demonstram afeto se conquistar intimidade, que por incrível que pareça, é difícil de se conquistar.

Parabéns à soteropolitanas por quererem algo mais dos homens, demonstrando que estão a procura de um companheiro e não de um patrocinador de ilusões. Eu, que tenho muito a oferecer em matéria de inteligência e sentimento, com hobbies que diferem da maioria dos homens, sinto que sou o homem adequado para os corações das mulheres soteropolitanas. Quem estiver a procura de um companheiro para a vida toda, encontrará em mim as qualidades necessárias.

Está mais do que na hora das mulheres pararem de se limitar a escolher o provedor bebum que só gosta de futebol e de banalidades. As soteropolitanas estão certíssimas em serem exigentes. Com absoluta certeza, elas estão na dianteira na evolução dos costumes sociais da vida afetiva no país.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

O fim da palavra "turma"

As épocas mudam. Costumes vão e vem e o que parece ter sentido numa geração, perde totalmente em outra. A mesma coisa acontece com as palavras. E estou tendo a histórica oportunidade de testemunhar o desaparecimento de uma delas, e não é apenas em forma de gíria, mas como palavra no léxico, mesmo.

A palavra em questão é "turma". Tirando o extinto seriado protagonizado pelo Renato Aragão, os quadrinhos do Maurício de Souza e algumas situações formais, esta palavra não é citada nas conversas comuns de pessoas, nos textos dedicados a jovens e outras coisas normais.

Ela foi substituída pela palavra "galera", que significava muito remotamente "navio", depois "tripulação", depois "navio negreiro", passando nos anos 80 a se tornar coletivo de torcedores de futebol (daí que surgiu o cacoete), depois coletivo de amigos para acabar finalmente, substituindo a palavra "turma", que caiu em desuso e pode desaparecer a qualquer momento.

Curioso é que estou no meio do processo, pois na minha infância e adolescência, a palavra "turma" era muito usada. Depois de escrever este parágrafo, só me resta avisar a "galera" que um dia, num passado não muito distante, ela já foi chamada de "turma".

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Água-viva de 30 m se tornou "guardiã do mar", diz estudo

ESPREMENDO A LARANJA: Estava assistindo a um desenho do Bob Esponja, onde ele e Patrick, a estrela do mar que é o seu melhor amigo, convidavam, sem sucesso, o ranzinza Lula Molusco para ir caçar águas-vivas - como se caça borboletas, com uma rede - se arriscando a tomar choques das mesmas.

Ao ir, forçado pelos amigos, Lula acaba se deparando com uma água-viva gigante, como esta da foto e se dá muito mal. acabando, ferido de tanta queimadura, tendo que ficar imóvel e enfaixado em uma cama de rodinhas. Realmente a água-viva do desenho realmente existe.

Nooossa! Já pensou se eu tivesse que encarar esse verdadeiro "monstro" bem de pertinho? Estava ferrado! Pois além de enoooorme ele é venenoso! Ugh!

Água-viva de 30 m se tornou "guardiã do mar", diz estudo

01 de setembro de 2010 • 14h45 • Foto: Getty Images - site Terra

Uma gigantesca água-viva venenosa e com tentáculos que podem alcançar o mesmo comprimento de uma baleia azul (30 m) pode ter se tornado em um inesperado defensor do oceano. Um recente estudo indica que a água-viva juba de leão (Cyanea capillata) se tornou uma boa predadora do ctenóforo Mnemiopsis leidyi, um animal transparente e voraz invasor de diversos mares. As informações são do site da revista New Scientist.

A água-viva juba de leão pode chegar a 2,5 m de largura, mas é um dos animais mais compridos de todos os tempos. O estudo do Instituto de Pesquisa Marinha, em Bergen, na Noruega, e da Universidade de Gothenburg, na Suécia, indica que o ctenóforo - que é nativo do oeste do Atlântico - já pode ser encontrado no Mar do Norte e no Báltico.

Esse animal se alimenta de plâncton e devasta suas populações nas regiões invadidas, o que diminui drasticamente a quantidade de peixes que comem o plâncton. Como qualquer espécie invasora, o Mnemiopsis leidyi parecia não ter predadores, até agora.

Os tentáculos da água-viva são cobertos com pequenas células com perigosas toxinas que podem paralisar a vítima e que ainda causaram paradas cardíacas em testes em ratos de laboratório. Humanos geralmente têm reações menos intensas, a não ser que sejam alérgicos ou recebam muita toxina. Teoricamente, uma grande quantidade de protetor solar já ajuda a evitar maiores danos.

Mas a grande vantagem está no tamanho dos tentáculos, que conseguem pegar pequenos peixes e até outras águas-vivas de grande porte. Com essa capacidade, o "monstro" acabou se tornando um protetor dos mares ao caçar o ctenóforo invasor. Contudo, o estudo indica que esses animais conseguem escapar 90% das vezes do predador, mas sofrem danos no processo e sucumbem a repetidos ataques.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Cientistas descobrem passos de dança que identificam homem atraente


Cientistas de Newcastle, Inglaterra, descobriram como os homens podem parecer atraentes para as mulheres usando a dança.


A pesquisa foi a seguinte. Pediram para voluntários fazerem vários tipos de dança, com partes do corpo ligados a eletrodos que enviavam informações a um computador, onde um boneco repetia os movimentos. Gravadas as imagens, elas eram mostradas a um grupo de mulheres voluntárias que avaliavam os movimentos.

Foram considerados melhores os passos de danças mais criativos, mais soltos e que não repetiam movimentos. A pesquisa mostrou também que quem dança bem passa a impressão de uma pessoa mais saudável.

Depois desta pesquisa, muitos caras-de-pau vão se inscrever em algum curso de dança para tentar seduzir alguma bela donzela.

De qualquer modo, vou ensaiar meus passinhos. Vamos ver no que dá.